Avaliação do Usuário

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Esse é um conceito que está sempre em voga no mundo cada vez mais competitivo em que vivemos onde há sempre a necessidade urgente de um novo produto ou serviço para ganhar novos mercados, e algumas vezes também  forçar a obsolescência aos usuários e clientes, mas invariavelmente causa confusão e alguns erros de interpretação com a inovação.

Inovar não é necessariamente inventar e inventar também não é inovar. Inventar também não é descobrir! Descobrir é trazer à luz da ciência fatos, objetos ou técnicas antes desconhecidas que representam uma solução para o que já existe. Inventar é, quase invariavelmente, uma solução para um problema, muitas vezes técnico e parte do cotidiano do inventor. Inventar é criar algo novo seja produto ou serviço potencialmente útil.

Inventar é um ato de convivência com o problema, muita imaginação e criatividade. Bons inventores dedicam-se em, principalmente, ouvir e observar o mundo e seus problemas. Hoje é comum a figura do funcionário que passa dias observando o trabalho de outros funcionários, como lidam com as ferramentas (tecnologias) e com os demais colegas para tentar encontrar (inventar) algum método ou ferramenta que melhore e facilite o trabalho. Normalmente empresas que mantém funcionários assim possuem Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e contam até com verbas públicas de fomento, já que esse tipo de trabalho gera patentes, royaltes e know-how.

Já inovação é a concepção de novo produto ou processo, bem como a agregação de novas funcionalidades que impliquem em melhorias incrementais ao que já existe. Melhorias essas que podem ser no ganho da qualidade, produtividade, usabilidade, longevidade ou competitividade.

A inovação começa na invenção já que implementar uma nova ideia é tão essencial quanto criá-la, porém será assunto para próxima oportunidade.

 

Artigo publicado na Revista “Destaque” em notícias. Edição 05, Março de 2013, página 07. Limeira, SP